Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018

Fifa responde CBF, defende árbitro de vídeo e se recusa a entregar áudios

Publicada em 20/06/18 as 13:23h - 58 visualizações

por Por Martín Fernandez, Moscou, Rússia


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Jogadores do Brasil reclamam com o árbitro na partida contra a Suíça  (Foto: REUTERS/Darren Staples)
Pouco mais de um dia depois de cobrar explicações da Fifa, a CBF recebeu uma resposta da entidade no que diz respeito à atuação da arbitragem no empate em 1 a 1 entre Brasil e Suíça no último domingo, na estreia das seleções na Copa do Mundo.
Também em uma carta, a Fifa defendeu o árbitro de vídeo e relatou que o uso do árbitro de vídeo pretende prevenir "erros óbvios e claros" e "sérios incidentes" que passem despercebidos. Com isso, a Fifa avaliza a atuação do árbitro mexicano César Ramos no jogo entre Brasil e Suíça.
Além disso, a entidade se recusou a entregar os áudios da comunicação entre a cabine do VAR e o mexicano César Ramos, árbitro responsável pelo confronto. E justificou que o acesso ao conteúdo das conversas iria expôr a privacidade da arbitragem, o que contraria as regras.
O documento foi assinado por Pierluigi Colina, diretor do departamento de arbitragem da Fifa, e Zvonimir Boban, secretário-geral-adjunto. Procurada, a entidade brasileira se disse satisfeita com o desfecho do assunto.

Na carta enderaçada ao presidente da Fifa na última segunda-feira, a CBF solicitou esclarecimentos em relação ao cumprimento do protocolo do VAR e questiona a razão pela qual a tecnologia não foi utilizada, segundo as palavras da CBF, nos dois episódios-chave da partida.

  • "Minuto 50: na ação, que levou ao gol suíço, é evidente que o jogador brasileiro Miranda foi claramente empurrado e deslocado pelo autor do gol, Zuber. Zuber puxa Miranda deliberadamente em duas diferentes ocasiões com as duas mãos. A segunda ocasião é mais clara, porque os corpos dos dois jogadores estão mais distantes. A ação caracteriza uma falta clara, que resultou numa vantagem para Zuber, pois Miranda foi incapaz de alcançar a bola. O árbitro não marcou falta, e Zuber fez o gol decisivo".
  • "Minuto 74: falta cometida pelo zagueiro da Suíça Manuel Akanji sobre o atacante brasileiro Gabriel Jesus, a qual, tendo sido cometida na área, teria causado um pênalti a favor do Brasil, mas não foi assinalada. Gabriel Jesus, que controlava a bola na área da Suíça numa clara oportunidade de fazer o gol, foi agarrado, também com as duas mãos, por Akanji, que o derrubou e portanto cometeu um pênalti claro. O árbitro, no entanto, não interveio e deixou o lance seguir".



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